Sim! Eles tem salvação!

18 12 2009

É com este título que começo este minimo artigo dizendo que estou impressionado, afinal a CERPA tem salvação! Isto mesmo. A Dahás Comunicação e Marketing, produziu um comercial da CERPA digno de nota em tudo, desde a imagem, até as sonoras, texto e etc (comparando aos comerciais que a cerveja costuma apresentar). Vejam está maravilha da salvação divina:

Por Acauã Pyatã (CSPP – DARWIN – 3º Semestre).





Dia das crianças retrô

21 09 2009

O dia das crianças está chegando e, para comemorar a data, a C&A preparou uma campanha coloridamente divertida, totalmente inspirada no estilo retrô da década de 1960. Como já é tradição na companhia, a promoção “Leve 4 peças do infantil e pague 3” está de volta. E a DM9DDB foi a agência responsável pela criação da estratégia publicitária que divulga a promoção.

Anúncios em revistas, material de ponto de venda e filme já podem ser apreciados, desde o último dia 16, nos veículos de comunicação e nas lojas da rede.

No comercial para televisão, ambientado em uma lanchonete tipicamente americana, crianças cantam e dançam animadamente entre mesinhas, neons e garçonetes que deslizam com seus patins pelo chão xadrez do ambiente.

Além de divulgar a promoção que, como o nome antecipa, presenteia com uma peça do mostruário infantil os clientes que adquirirem três modelos da coleção, o filme anuncia também que os compradores ainda concorrem a diversos prêmios da linha Barbie ou Hot Wheels. Para participar, é preciso preencher um cupom em qualquer unidade do grupo e responder à pergunta: “Qual a loja que deixa todas as crianças na moda?”.

Os brindes, num total de 3.675 itens, são dos mais variados – vão de boneca à pista acrobática e carrinhos, passando por malas, agendas e patinetes. Os participantes da promoção irão conhecer, no dia seguinte à data comemorativa, os vencedores que levarão os presentes para casa.

Dia das crianças

Direção de Criação: Sérgio Valente e Ricardo Tronquini
Criação: Ricardo Tronquini, Jéssica Richetti e Geraldo Gonçalves
Atendimento: Claudia de Almeida, Patricia Vieira e Marina Bumlai
Produtor de RTVC: Gilberto Pires (Gibinha)
Aprovado por: Elio França, Thais Lima e Renata Monteiro
Produtora Imagem: O2
Diretor: Dainara Tofoli
Diretor Fotografia: Lito Mendes da Rocha
Montador: Estevan Santos
Finalização: O2 Filmes
Produtora de Som: Raw Produtora de Áudio

Texto copiado por Acauã Pyatã na integra do site Portal da Propaganda, fonte no link aqui.





Cinema: vem aí o 1º Festival Amazônia Doc

19 04 2009
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'O Rapto do Peixe Boi', do paraense Cássio Tavernard, participa da Mostra Competitiva que acontece no Cine Olympia.

Belém vai respirar cinema entre os dias 22 e 26 deste mês. Longas, médias e curtas metragens, filmes de animação, filmes sobre comunidades, movimentos sociais, sobre costumes e identidades diversas invadem a cidade durante o 1º Festival Pan-Amazônico de Documentários – Amazônia Doc, que acontece paralelamente no Cine Olympia, Cine Líbero Luxardo, Instituto de Artes do Pará (IAP), Instituto de Ciências da Arte (ICA/UFPA), Fundação Curro Velho, Estação das Docas e Cine-teatro Maria Sylvia Nunes. A programação, inteiramente gratuita, já está disponível no site do Festival, www.amazoniadoc.com.

Neste período, aportam na capital paraense grandes nomes no cinema brasileiro e internacional – diferentes sotaques, olhares e culturas que durante cinco dias estarão voltados a uma nova maneira de pensar a Amazônia. Discutindo temáticas de cunho socioambiental, o 1º Amazônia Doc deve promover um grande panorama da produção audiovisual nessa macro-região que alcança nada menos que oito países da América do Sul – Brasil, Colômbia, Guiana Francesa, Venezuela, Suriname, Equador, Peru e Bolívia.

Nesta primeira edição, o Amazônia Doc vai contar com um júri internacional formado por sete membros. Eles serão responsáveis por decidir quem leva o Grande Prêmio “Augusto Ruschi”, que consiste na quantia de R$ 15 mil e mais o troféu “Amazônia”, entregues ao maior destaque dentre as produções apresentadas. A homenagem a Ruschi (1915 – 1986) não poderia ser mais cabida. Patrono da ecologia no Brasil, o cientista, agrônomo e naturalista dedicou sua vida à defesa veemente da natureza.

Durante a noite de encerramento do Festival, ainda será anunciado o nome do Homenageado Especial e a entrega de outros seis prêmios: Troféu “Amazônia Ouro” para o melhor longa-metragem; Troféu “Amazônia Prata” para o melhor média-metragem; Troféu “Amazônia Bronze” para o melhor curta-metragem; Troféu “Amazônia Arara Azul” para o melhor filme etnográfico; Troféu “Amazônia Peixe-Boi” para melhor técnico local, em votação secreta realizada pelo coletivo de audiovisual sob coordenação da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Pará (ABDeC-Pa); e Troféu “Amazônia Aruanã” para o melhor filme escolhido pelo júri popular, em votação secreta por um colégio eleitoral formado pelas platéias.

Serviço: O 1º Amazônia Doc acontece entre 22 e 26 de abril – de quarta a domingo – nos cinemas do IAP, Líbero Luxardo (Centur), Maria Sylvia Nunes (Estação das Docas) e Olympia. Inscrições gratuitas abertas para os seminários, workshops e oficinas paralelas. Confira a programação completa em www.amazoniadoc.com e ainda pelo telefone (91) 3243-1782.

(Ascom/ Amazônia Doc)

Fonte: Conteúdo transcrito na integra com imagem do site de notícias do Diário do Pará.

http://www.diariodopara.com.br/noticiafull.php?idnot=39389





TV digital: publicidade irá muito além do comercial de 30 segundos

17 04 2009

tv1A chegada da transmissão digital aos lares brasileiros, marcada para 2 de dezembro, promete muitas mudanças na forma como vamos nos relacionar com a TV no futuro. Mas não é só o telespectador que deve sofrer os efeitos desta transformação: a publicidade terá que se reinventar, indo muito além do comercial de 30 segundos para aproveitar todos os recursos e superar os desafios deste novo canal de diálogo com o consumidor.

Junto com a programação, as emissoras poderão enviar ao telespectador dados e aplicativos, o que significa que uma propaganda poderá, por exemplo, trazer informações adicionais sobre o produto anunciado ou sobre o anunciante, telefone de contato, endereço das lojas, entre outros dados relevantes para o potencial consumidor.

Tudo sobre TV Digital:
> Tire suas dúvidas sobre a nova TV
> Ouça: interatividade só em 6 meses
> As revoluções na publicidade
> Glog: avalanche de conversores

Mas este é apenas um exemplo simples do que a tecnologia pode oferecer. Com a interatividade, proporcionada por um canal de retorno – que possibilita a comunicação entre o telespectador e a emissora -, é possível ir muito além, concretizando a própria venda pelo controle remoto da TV.

E isso não se restringe aos limites da tradicional “hora do intervalo comercial”. As ações de merchandising, que antes consistiam em tentar encaixar um produto dentro do contexto de um capítulo de novela ou entre uma e outra atração de um programa de variedades, ganham novos contornos com a TV digital.

Se o usuário gostar da roupa que uma atriz está usando na novela, será possível, pelo menos tecnologicamente, comprar essa roupa em um clique. “Um ícone pode aparecer no canto da tela, indicando que a aquele produto está à venda. Quem quiser saber mais clica, quem não quiser continua assistindo a novela sem interrupções”, exemplifica Rodrigo Araújo, direto datv2 EITV, desenvolvedora de software para TV digital.

“A tendência é que a publicidade esteja cada vez mais dentro do próprio conteúdo”, define Cyd Alvarez, presidente da Associação Brasileira de Propaganda (ABP). Para as agências, isso significa estar mais perto do consumidor. Para as emissoras, novas possibilidades de faturamento. Para o telespectador, novos canais de acesso a produtos e serviços.

Mas se o futuro parece reservar oportunidades para todos, o presente ainda traz muitas perguntas sem resposta. A começar pela questão da interatividade, que não estréia junto com a inauguração da TV digital, no dia 2 de dezembro.

Os primeiros aparelhos, que devem chegar à loja pouco antes da estréia do sinal, não trazem o software que permitirá rodar aplicativos e explorar as possibilidades de interatividade.

Esse software, chamado Ginga, é como o sistema operacional de um computador – sem ele, não tem como rodar outras aplicações, como um processador de textos ou navegador de internet.

As especificações do Ginga foram feitas no Brasil, por um grupo de pesquisadores locais, e, na prática esse software, mais conhecido como middleware, ainda está sendo testado.

Os primeiros aparelhos com o Ginga embutido devem chegar apenas em meados de 2008, segundo projeções do Instituto Genius, uma das entidades que participa das chamadas implementações de referência. Segundo Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), esse prazo pode se estender ainda mais, para o final de 2008.

tv3Mesmo com a questão da plataforma de software resolvida, outros desafios se impõem aos anunciantes interessados em avançar no terreno da interatividade. Um deles é o canal de retorno. Para poder interagir em tempo real com a emissora – para fazer comprar pela TV, por exemplo, é preciso ter uma forma de enviar informações de volta à emissora.

Esse canal de retorno pode ser a internet, se o usuário tiver banda larga, ou uma linha telefônica (sistema usado pelas TVs pagas para que o usuário compre conteúdos por pay per view, por exemplo). No caso das TVs por assinatura, quem paga a conta desse canal de retorno é o provedor de conteúdo, mas para a TV aberta ainda não há modelo definido.

Outra questão é como as emissoras, que até hoje basicamente enviavam informação, vão dar conta desses dados que voltam. “Imagine se dois milhões de consumidores resolverem comprar um produto ao mesmo tempo. Será que as emissoras têm estrutura para isso?”, questiona Alvarez, da ABP.

Novos formatos de publicidade também devem surgir de carona nas aplicações. As emissoras poderão, por exemplo, vender espaços publicitários dentro da janela que exibe os resultados dos jogos durante uma mesa redonda ou as receitas, em um programa de culinária.

“Se um usuário clicar entrar em um anúncio e comprar algo pela TV, quem tv4vai cobrar? A emissora vende um espaço publicitário ou vai ficar com parte do lucro com a venda do produto? Os departamentos comerciais podem até estar vislumbrando essas possibilidades, mas nada está definido”, opina Mário Fried, gerente de projetos de TV Digital do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, o C.E.S.A.R.

De cara, os anunciantes que quiserem tirar algum proveito da TV digital, terão que se preparar para produzir anúncios em dois formatos: o tradicional (4:3) e o widescreen (16:9), que se assemelha à tela de cinema. Do contrário, quem assistir o anúncio feito para TV convencional em TVs widescreen, verá tarjas pretas nas laterais e quem assistir anúncios feitos para TV digital em TV convencional, verá a propaganda com tarjas pretas em cima e em baixo, para completar o tamanho da tela.

Produzir comerciais em alta-definição também é uma possibilidade, mas envolve custos. “As produtoras e agências terão que investir em equipamentos”, aponta Alvarez, da ABP. A veiculação de anúncios em alta-definição e com conteúdos interativos também deverá ter preços diferenciados, segundo José Marcelo Amaral, vice-coordenador da área de mercado do Fórum SBTVD e diretor de tecnologia da Record.

“Para enviar dados ou utilizar alta-definição, o anunciante vai usar uma parte maior do meu canal, portanto a cobrança poderá ser feita pelo uso do espectro”, exemplifica o executivo. “O tempo de exibição do anúncio também terá que ser maior, afinal a interatividade terá que acontecer tv5enquanto ele estiver no ar”, acrescenta Amaral.

Apesar de todas as dúvidas, uma certeza prevalece entre os especialistas do mercado: a TV digital mudará radicalmente os paradigmas da publicidade. O comercial de 30 segundos, que reina absoluto como formato padrão de publicidade na TV, pode não morrer, mas perderá força, especialmente com a chegada de aparelhos que trazem gravadores integrados e permitirão ao consumidor simplesmente “pular” os intervalos. Se reinventar, será questão de sobrevivência para emissoras e anunciantes.

Fonte: Texto transcrito na integra de:

http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/11/24/idgnoticia.2007-11-24.5876066434/





Para lavar a alma… um banho de cerveja

13 03 2009

Por Acauã Pyatã.

Calma… calma, sei que teve gente ai que se empolgou e que sentiu o cheiro do álcool de longe, mas este artigo não tem o objetivo de tratar diretamente da cerveja como objeto de farra (risos), mas como objeto de publicidade, como um produto. Todos nós diariamente podemos acompanhar várias propagandas de cervejas nos veículos de mídia, Bramah, Cerpa, Skol, Kaiser, Bohemia e por ai vai, e todos nós já estamos cansados de perceber e saber a forma com que tais anúncios são feitos, sempre com aquele apela sexual, então como diria o professor Alexandre Anaisse, vamos segmentar o típico comercial de cerveja brasileiro e paraense:

  1. Segmentação demográfica por gênero: Masculino.
  2. Segmentação demográfica por idade: A partir dos 18.
  3. Segmentação psicográfica comportamental: maníacos tarados e pessoas com hábitos e vícios.

Essa é a segmentação básica, que me vem na mente no momento, como estudante do primeiro semestre do curso não tenho muito recurso teórico ainda, mas os colegas mais avançados podem comentar complementando o artigo (risos). Se fossemos traçar um briefing básico do mesmo tipo de propaganda seria entre outras palavras, a grosso modo mais ou menos assim:

  1. Publico alvo: Homens tarados.
  2. Instrumentos de mídia: Tv, rádio, jornais, internet, outdoor, bus door e etc.
  3. Objetivo: Fazer as pessoas beberem e beberem.
  4. Idéia principal: Que a vida é um bacanal e uma aventura constante.
  5. Estratégia: Imputar a idéia que o ser que bebe cerveja mesmo que seja baixinho, careca e gordo (Kaiser), pode se rum pegador, porque cerveja é associado ao signo de mulheres que te servem e submetem-se a você e suas insanas fantasias alcoólicas. Ou seja, a vida é uma orgia.
  6. Resultado: Nos chamam de idiotas acéfalos, e o pior, a gente ainda cai.

Podemos perceber que muita coisa esta inserida na produção dos anúncios e propagandas de cerveja, muita coisa mesmo, menos idéias criativas. A forma brasileira de se promover propaganda de cerveja além de algo tosco, é sempre repetitivo, e isto é muito bom, porque meu caro colega, isso nos ensina exatamente o que não fazer como futuros publicitários, ou seja, não subestimar a inteligência do consumidor.

O objetivo deste artigo na verdade não é falar mau das propagandas de cerveja, pois elas por si só já falam por si (risos), mas mostrar que existe vida inteligente nas propagandas de cerveja, e ao contrario das verdadeiras garfes publicitárias (a Cerpa que o diga), pode-se fazer propaganda de cerveja inteligente e criativa, de forma a se muito mais efetiva ao consumidor do que as que somos submetidos em nossa realidade regional e nacional. Para tal fim, pesquisei na internet algumas propagandas de cerveja interessantes e disponibilizei aqui, para que possamos somar elas ao nosso portfólio mental, a nosso roteiro como boas idéias para futuros trabalho. Super abraço, e agora com vocês, as estrelas desse show: