Opiniões divididas! Qual o destino das mídias?

8 01 2010
Artigo de Acauã Pyatã

Em uma das comunidades que participo, especificamente uma que trata de publicidade e propaganda, pude acompanhar e participar (sem muito a adicionar ao assunto) de um tópico que tratava de novas mídias vs. mídias convencionais, tendo como foco da discussão o fato de novas formas de mídia acabarem substituindo as atuais. Como exemplo podemos citar o caso dos jornais de papel vs. os virtuais,
que em Belém temos apenas um jornal de circulação estadual que disponibiliza o seu conteúdo na integra para o leitor em forma digital sem cobrar custo algum por isso, fato que não acabou por facilitar o acesso ao periódico. Pude apurar em pesquisa realizada por conta própria, que o leitor paraense ainda prefere o prazer de sentir o papel em suas mãos enquanto toma café de manhã do que acessar o conteúdo on-line. Dentre os jovens e adolescentes, muito pouco pode ser apurado, afinal a maioria dos entrevistados não tem costume de ler jornais, sendo a minoria restante divididos entre os que preferem o jornal impresso e os que aderiram ao formato digital. Isto apenas serve de retrato do comportamento do consumidor de meios midiáticos de nosso estado, que ainda mantem o costume de ler o bom e velho jornal impresso e reforça ainda o que todos nós já sabemos, que os jovens e adolescentes de nossa cidade não tem costume de ler jornais.
Ainda no tópico que me referi no inicio do artigo, que tratava dentre outras coisas, do fato da publicidade na web em 2015 superar a dos jornais, diz João José, publicitário paulista de longa experiencia na área de mídia, que tal alegação é irreal, como poderemos ver no conteúdo postado por ele:

Não vai.
Acredito que não vai.

Em 2008, os jornais receberam 15,9% dos investimentos publicitários no Brasil.
E a internet recebeu 3,7%, dos 21,4 milhões de reais investidos em mídia.
A TV ficou com 58,2%.

Neste ano, a web cresceu, sim, mas os jornais também tiveram aumento de faturamento e de circulação – como já vimos por aqui.

A web poderá superar os jornais e vai, mas ainda vai levar tempo – em termos de faturamento publicitário.

JJ

Após discussões, contra pontos, o mesmo usuário postou um vídeo a fim de reforçar seu argumento:

Ao analisar o tópico pude perceber dentre as opiniões, todas de estudantes ou de profissionais da propaganda, que a grande maioria está apostando na macro tendencia de novas formas de mídia poderem substituir as convencionais, alterando assim a forma como se faz e conhece propaganda e publicidade. Tenho observador no decorrer de meus estudos e atuação como profissional da área de publicidade on-line, que o comportamento do consumidor em relação a propaganda virtual e interativa tem apresentado gráficos que alcançam picos cada vez mais altos, arriscando até afirmar que tais forma de propaganda tem-se feito mais atrativas devido as novidades que oferecem em relação aos meios de mídia comum. Tratando da realidade nacional e especialmente local, afirmo que o Brasil irá assumir um posicionamento por parte do consumidor favorável as novas mídias e a propaganda nelas, mas por questões sócio-econômicas e culturais não será tão cedo que por aqui (Brasil e especialmente Belém), tal publicidade superara a das mídias comuns (rádio, TV e impressa).

e-reader

O povo paraense em especial tem o costume de manter viva tradições, o que é reforçado ainda pela questão econômica local, não permitindo que o paraense tenha acesso aos meios que o ponha em contato com as novas mídias e sua forma de fazer propaganda de forma facilitada. No exterior estão sendo lançados equipamentos que tem por objetivo facilitar a vida de usuários que preferirem ler livros no formato PDF ou como são chamados, os e-books, onde e quando quiserem sem precisar exatamente ter um computador consigo para isto. Este aparelhinho se chama e-reader, e tem um preço médio de US$ 250,00. Outra novidade que já está pintando também aqui no Brasil, são os equipamentos que permitem a leitura de jornais como New York Times, Folha de São Paulo e Estadão, com acesso via internet, tudo em tempo real na palma da mão, essa novidade se chama Kindle DX, que em uma tela de 9,5′ exibe jornais virtuais e ainda da suporte a arquivos PDF (e-books). O equipamento está custando a bagatela de US$ 485,00 o que deve ser algo em torno de R$ 1.700,00. Podemos observar com base nos preços que realmente os brasileiros, muito menos os paraenses terão acesso a estes “mimos” tão cedo. Considerando que a maioria da população além de não possuir condições financeiras para aquisição destes bens, embora todas as facilidades que possua (como poder baixar milhares de livros gratuitamente no formato e-book), não possuem também conhecimento técnico para operacionalizar tais tecnologias, observando ainda que é justamente esta maioria populacional que consome maior fatia de produtos e serviços, e são a eles que a publicidade de massa se direciona, fica claro que por enquanto, os meios comuns de mídia e as formas tradicionais de propaganda estão a salvo e não correm nenhum risco, podendo ainda quem sabe, perder espaço nos segmentos de classes A e B, que tem acesso aos dois fatores (técnico e financeiro) que possibilitem o emprego destes recursos, mas isto é questão de segmentar publicidade virtual e de novas mídias especifica nos meios para o público específico que se utiliza deles.Contudo, Belém não está morta e parada em relação a novas formas de propaganda. Uma novidade aqui, que está em voga em várias capitais brasileiras a muito tempo, é a famosa sinalização digital, que vem chamando a atenção das pessoas que transitam por espaços como Pátio Belém,

Tela LCD no shopping Doca, mídia in play - Foto do Diário do Pará

Shopping Doca, farmácias Big Bem, elevadores de alguns condomínios da cidade e outros espaços, onde podemos encontrar telas em LCD que exibem vídeos publicitários. Está tecnologia funciona através de centrais com servidores que tem a capacidade de direcionar os vídeos publicitários de interesse especifico para o segmento que frequenta o local em que as telas estão instaladas, logo é uma alternativa barata, livre, pública e interessante de se fazer propaganda segmentada e de massa. Imagine você em um elevador, sem nada para ver de interessante, logo você terá sua atenção presa pelo que houver de mais dinâmico naquele espaço, que seria a tela LCD, que estará exibindo propaganda, que de uma forma ou de outra foi levada ao público.

Tais situações são interessantes, e estas discussões são fundamentais para todos nós que somos estudantes de comunicação social, em especial de publicidade e propaganda, pois embora as coisas aqui andem em passos de tartaruga, tome cuidado, ficar antenado com as novidades nacionais e internacionais pode garantir um vantagem a mais na hora de oferecer para seus anunciantes aquilo que a eles muitas vezes faz toda a diferença, anunciar com novidades e criatividade.

Espero que tenham gostado do meu primeiro artigo de relevância deste ano, gostaria que comentassem expondo a opinião de vocês. E então? A publicidade na internet e das novas mídias irá superar as das mídias tradicionais? Agora é com vocês! Abraços!

Links:

Para saber mais sobre o e-reader click aqui.

Para saber mais sobre o Kindle DX clique aqui.

Fontes: Fotos da Info online e Diário do Pará e argumentos do post.





Twitter: O que é e pra que serve?

25 08 2009

Por Acauã Pyatã (2º semestre – CS2P34 – Darwin)

Estive acompanhando durante algum tempo a falta de intimidade e desconhecimento de alguns colegas do curso de comunicação social quanto a uma das maiores febres que alastra as pessoas no momento, que é uma forma de nova mídia conhecida como o Twitter. muitas delas não sabem o que é nem para que serve, por isso decidi postar aqui um vídeo simples que traz todos os conceitos básicos do que se trata.





“Googlando” produtos e serviços: A publicidade segmentada na era 2.0

23 06 2009

Por Acauã Pyatã (CS1P34 – Darwin – CSPP – 1º Semestre)

Olá pessoal, hoje tive a ideia de escrever sobre uma forma de se fazer publicidade que pelo menos ao meu parecer não é muito difundido em nossas faculdades e universidades da região norte e nordeste, até mesmo nas instituições privadas onde a formação é quase que puramente mercadológica, por isso prestem muita atenção neste artigo, pois na região norte ele abre um bom nicho de mercado publicitário a ser explorado, que eu pessoalmente já tenho um certo contato por desenvolver atividades nesse contexto e agora resolvo dividir com vocês.

A internet em muitos aspectos gera possibilidades de interação, negócios, democratização da informação e principalmente da segmentação de usuários de uma forma incrível, visto que a internet em si é um grande banco de dados que grava as informações de casa usuário que entra em co0ntato e navega por suas infinitas teias virtuais deixando rastros, que por sua vez, permite trassar um perfil de gostos e afinidades, gerando definitivamente uma formidável SIM (Sistema de Informação em Marketing) que possibilita dentro de publicidade, direcionar os anúncios de produtos e serviços ao público de interesse com uma forma quase mística.

Uma das maiores empresas da internet do mundo, o Google apresenta duas ferramentas como solução para publicidade na internet que consagra o já conhecido estilo de banners promocionais, propagandas institucionais, podendo ir até mesmo a aqueles vídeos publicitários veiculados logo na primeira página do Youtube. Contudo, existe uma forma de se utilizar o google na era da WEB 2.0 (um novo padrão de interatividade), que é através dos recursos Google AdWords e o Google AdSense.

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Tela principal do "Soluções Publicitárias" do Google

O Google AdWords é uma ferramenta que funciona como um gestor online de uma conta publicitária, onde o anunciante ou operador da conta cadastrada compra créditos para poder investir em anúncios, créditos estes que vão sendo gastos a medida que você cria e na seqüencia veicula campanhas, como define o próprio sistema de gestão do site, para ser exibido no mecanismo de busca do Google, em blogs do Blogspot ou em sites afiliados. Mas como isso funciona? Ao cadastrar uma campanha no site, que é feita de forma simples, onde você inclui um título, em seguida um texto falando sobre o produto ou serviço e por fim se informa TAG’s (palavras relacionadas) que servem para ajustar a exibição dos anúncios quando veiculados de forma facilitada. Mas como isso funciona na pratica? Simples.

Suponhamos que você vá ao Google fazer um trabalho da matéria de fotografia que se ministra no segundo semestre de nosso curso la na FAPAN, daí então você está pesquisando sobre câmeras fotográficas profissionais Reflex. Você irá perceber na lateral direita do site alguns anúncios publicitários, com um pequeno título, um texto breve falando sobre e um link com um endereço da web de uma loja virtual ou telefone quem sabe, algo similar ao da figura neste artigo.

Isso revela claramente o poder de segmentação, e justamente neste momento que entra aquilo que quase ninguém entende como funciona… a TAG. De acordo com as palavras que você digitou no campo de tags quando o anuncio foi gerado no Adwords, foi feita uma comparação automática do sistema com as palavras que você empregou no campo de pesquisa do site de busca do Google, e é exatamente este o segredo dos anúncios segmentados na internet, o que é uma verdadeira maquina de dinheiro porque acredite, anunciar para quem realmente está interessado na informação a fim, vira e meche da certo.

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Anúncios gerados pelo Google AdWords

O Google AdSense é um outro momento, onde através do gestor online, você que tem um site, pode selecionar anúncios que foram gerados por outros usuários anunciantes do AdWords, e também por pesquisa de tag, selecionar de acordo com o tema que seu site ou blog trate, os anúncios de interesse do público que acessa seu site, e o principal, lucrar com isso, pois ai entra a questão do credito investido pelo anunciante, pois ele é repassado diretamente ao que veicula o anuncio em seu site a cada clique que alguém dê ao visitar. Visando isso percebe-se uma forma bem pratica de fazer anúncios a um baixo custo, onde pessoas de diversos lugares poderão veicular seus anúncios, e ainda ganharam para isso, visto que você também pode lucrar, e está relação de troca que existe permite que a maquina publicitária na internet tenha um resposta de retorno extremamente incrível, claro que, funcionando para anunciantes de grande porte como grandes lojas virtuais, lojas nacionalmente conhecidas e prestadores de serviço de abrangência vasta para atendimento ao publico.

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Anúncio inserido pelo Google AdSense no blog Pó de Vídeo

Existem profissionais, como no meu caso, que se especializaram em prestar consultoria em publicidade para internet, e está opção de atuação no ramo publicitário além de simples e eficaz é altamente rentável para o publicitário que executa a consultoria, uma vez que não somente eu, mas vários profissionais em especial do eixo centro-sul cobram a hora de consultoria que pode variar de R$ 50,00 (cinquenta reais) a R$ 160,00 (cento e sessenta reais), onde você executa a função de atendente, verificando qual o objetivo do anunciante, seu segmento e principalmente seu publico alvo, e em seguida executa a função de redator publicitário, para bolar os textos do anúncio. Informo também que existem outras formas de publicidade na internet que vão alem das soluções do Google, mas as demais são tema para outro artigo, pois interessa apenas por hora discutir estas duas ferramentas que recomendo e assino em baixo. Que tal ir no site do Google, na parte de soluções publicitárias e dar uma fuçadinha?

Abraços do índio e até a próxima!





TV digital: publicidade irá muito além do comercial de 30 segundos

17 04 2009

tv1A chegada da transmissão digital aos lares brasileiros, marcada para 2 de dezembro, promete muitas mudanças na forma como vamos nos relacionar com a TV no futuro. Mas não é só o telespectador que deve sofrer os efeitos desta transformação: a publicidade terá que se reinventar, indo muito além do comercial de 30 segundos para aproveitar todos os recursos e superar os desafios deste novo canal de diálogo com o consumidor.

Junto com a programação, as emissoras poderão enviar ao telespectador dados e aplicativos, o que significa que uma propaganda poderá, por exemplo, trazer informações adicionais sobre o produto anunciado ou sobre o anunciante, telefone de contato, endereço das lojas, entre outros dados relevantes para o potencial consumidor.

Tudo sobre TV Digital:
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Mas este é apenas um exemplo simples do que a tecnologia pode oferecer. Com a interatividade, proporcionada por um canal de retorno – que possibilita a comunicação entre o telespectador e a emissora -, é possível ir muito além, concretizando a própria venda pelo controle remoto da TV.

E isso não se restringe aos limites da tradicional “hora do intervalo comercial”. As ações de merchandising, que antes consistiam em tentar encaixar um produto dentro do contexto de um capítulo de novela ou entre uma e outra atração de um programa de variedades, ganham novos contornos com a TV digital.

Se o usuário gostar da roupa que uma atriz está usando na novela, será possível, pelo menos tecnologicamente, comprar essa roupa em um clique. “Um ícone pode aparecer no canto da tela, indicando que a aquele produto está à venda. Quem quiser saber mais clica, quem não quiser continua assistindo a novela sem interrupções”, exemplifica Rodrigo Araújo, direto datv2 EITV, desenvolvedora de software para TV digital.

“A tendência é que a publicidade esteja cada vez mais dentro do próprio conteúdo”, define Cyd Alvarez, presidente da Associação Brasileira de Propaganda (ABP). Para as agências, isso significa estar mais perto do consumidor. Para as emissoras, novas possibilidades de faturamento. Para o telespectador, novos canais de acesso a produtos e serviços.

Mas se o futuro parece reservar oportunidades para todos, o presente ainda traz muitas perguntas sem resposta. A começar pela questão da interatividade, que não estréia junto com a inauguração da TV digital, no dia 2 de dezembro.

Os primeiros aparelhos, que devem chegar à loja pouco antes da estréia do sinal, não trazem o software que permitirá rodar aplicativos e explorar as possibilidades de interatividade.

Esse software, chamado Ginga, é como o sistema operacional de um computador – sem ele, não tem como rodar outras aplicações, como um processador de textos ou navegador de internet.

As especificações do Ginga foram feitas no Brasil, por um grupo de pesquisadores locais, e, na prática esse software, mais conhecido como middleware, ainda está sendo testado.

Os primeiros aparelhos com o Ginga embutido devem chegar apenas em meados de 2008, segundo projeções do Instituto Genius, uma das entidades que participa das chamadas implementações de referência. Segundo Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), esse prazo pode se estender ainda mais, para o final de 2008.

tv3Mesmo com a questão da plataforma de software resolvida, outros desafios se impõem aos anunciantes interessados em avançar no terreno da interatividade. Um deles é o canal de retorno. Para poder interagir em tempo real com a emissora – para fazer comprar pela TV, por exemplo, é preciso ter uma forma de enviar informações de volta à emissora.

Esse canal de retorno pode ser a internet, se o usuário tiver banda larga, ou uma linha telefônica (sistema usado pelas TVs pagas para que o usuário compre conteúdos por pay per view, por exemplo). No caso das TVs por assinatura, quem paga a conta desse canal de retorno é o provedor de conteúdo, mas para a TV aberta ainda não há modelo definido.

Outra questão é como as emissoras, que até hoje basicamente enviavam informação, vão dar conta desses dados que voltam. “Imagine se dois milhões de consumidores resolverem comprar um produto ao mesmo tempo. Será que as emissoras têm estrutura para isso?”, questiona Alvarez, da ABP.

Novos formatos de publicidade também devem surgir de carona nas aplicações. As emissoras poderão, por exemplo, vender espaços publicitários dentro da janela que exibe os resultados dos jogos durante uma mesa redonda ou as receitas, em um programa de culinária.

“Se um usuário clicar entrar em um anúncio e comprar algo pela TV, quem tv4vai cobrar? A emissora vende um espaço publicitário ou vai ficar com parte do lucro com a venda do produto? Os departamentos comerciais podem até estar vislumbrando essas possibilidades, mas nada está definido”, opina Mário Fried, gerente de projetos de TV Digital do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, o C.E.S.A.R.

De cara, os anunciantes que quiserem tirar algum proveito da TV digital, terão que se preparar para produzir anúncios em dois formatos: o tradicional (4:3) e o widescreen (16:9), que se assemelha à tela de cinema. Do contrário, quem assistir o anúncio feito para TV convencional em TVs widescreen, verá tarjas pretas nas laterais e quem assistir anúncios feitos para TV digital em TV convencional, verá a propaganda com tarjas pretas em cima e em baixo, para completar o tamanho da tela.

Produzir comerciais em alta-definição também é uma possibilidade, mas envolve custos. “As produtoras e agências terão que investir em equipamentos”, aponta Alvarez, da ABP. A veiculação de anúncios em alta-definição e com conteúdos interativos também deverá ter preços diferenciados, segundo José Marcelo Amaral, vice-coordenador da área de mercado do Fórum SBTVD e diretor de tecnologia da Record.

“Para enviar dados ou utilizar alta-definição, o anunciante vai usar uma parte maior do meu canal, portanto a cobrança poderá ser feita pelo uso do espectro”, exemplifica o executivo. “O tempo de exibição do anúncio também terá que ser maior, afinal a interatividade terá que acontecer tv5enquanto ele estiver no ar”, acrescenta Amaral.

Apesar de todas as dúvidas, uma certeza prevalece entre os especialistas do mercado: a TV digital mudará radicalmente os paradigmas da publicidade. O comercial de 30 segundos, que reina absoluto como formato padrão de publicidade na TV, pode não morrer, mas perderá força, especialmente com a chegada de aparelhos que trazem gravadores integrados e permitirão ao consumidor simplesmente “pular” os intervalos. Se reinventar, será questão de sobrevivência para emissoras e anunciantes.

Fonte: Texto transcrito na integra de:

http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/11/24/idgnoticia.2007-11-24.5876066434/