Marketing de Guerrilha na Praça da Republica

18 02 2010

criada pela agência de marketing Se7e, na para alertar as pessoas sobre o perigo de dirigir embriagado durante as festas de Carnaval. A ação aconteceu na Praça da República e a Se7e define que “foi uma ação que deu o recado de maneira inusitada e impactante (como tem que ser)”. Aí embaixo você confere o vídeo que mostra um pouco da reação das pessoas que passavam pelo local.

Fonte: Acauã viu isto no Oportunidades Belém.

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Maquina de Teleporte da Cerveja Andes

3 02 2010

A publicidade argentina sempre nos brinca com trabalhos que são realmente interessantes e relativamente criativos, embora em alguns casos não sejam muito inteligentes, mas uma cerveja desenvolveu um vídeo viral bem legal, e de forma divertida e bem humorada, vou dialogar diretamente com o público que interessa seus produtos (sejamos francos afinal somos mais de 75% da receita de produtores de cerveja), e veio a dar uma boa alternativa a todos os que gostam de uma cervejinha mas tem  uma “patroa” que te persegue e torra a paciência sempre que você está no bar com seus amigos. Achei muito legal e decidi dividir com vocês. Abraços.





Viral do Google é destaque da semana (de M&M online)

1 02 2010

A cada semana o The Visible Measures, do Advertising Age, destaca os dez melhores vídeos virais a partir de campanhas no site. Na última lista, a partir do dia 18 de janeiro, o destaque foi a campanha ‘Nexus One Unboxing’, do Google. O vídeo ficou na terceira posição e foi assistido por mais de 722 mil pessoas. Outro que apareceu na lista da semana foi o da Air New Zealand, da campanha ‘Grab a Seat’. O vídeo ficou na segunda posição com mais de 830 mil visualizações. Confira abaixo os dois vídeos.

De onde veio isto? Direto dos feeds de Acauã Pyatã ou no link http://www.mmonline.com.br//noticias.mm?url=Viral_do_Google_e_o_destaque_da_semana





Papai Noel foi inventado pela Coca-Cola. Mito ou Realidade?

24 12 2009

Papai Noel bebe Coca-Cola

Há muito tempo que já ouço essa história de que o Papai Noel foi inventado pela maior empresa de refrigerantes do mundo: A Coca-Cola Company. E que toda aquela história de duendes, renas, trenó, casa no Pólo Norte e chaminés era tudo uma jogada de marketing. E, diga-se de passagem, que GENIAL jogada de marketing. Mas vamos aos fatos.

Na verdade a história do bom velhinho é inspirada em São Nicolau, que foi arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Esse cara aí tinha o costume de dar presentes e de ajudar os mais necessitados, e em sua homenagem, criou-se o costume de distribuir presentes no mês de dezembro, o mês do seu aniversário.

Ta! E onde entra a Coca-Cola nisso? Até a década de 30 o Noel tinha várias formas de ser representado: Duende, elfo, gnomo, entre outras. E não havia nenhuma semelhança com o velhinho sorridente e rechonchudo dos dias atuais. Mas em 1931, com uma bela jogada de marketing, na tentativa de promover o consumo da bebida no inverno (período em que as vendas da bebida eram baixas na época), a Coca-Cola fez uma campanha que fez um enorme sucesso. A empresa contratou Haddon Sundblon para recriar o Papai Noel, dando-lhe uma feição mais humana. Haddon se inspirou na versão criada por Thomas Nast (famoso cartunista alemão, considerado um dos pais da charge política americana). E o aspecto genial da campanha foi de empregar as cores da marca na roupa da personagem. Por que vocês ainda não haviam notado? Isso não foi mera coincidência, foi uma grande estratégia.

A imagem do “novo” Papai Noel se espalhou rapidamente pelo mundo devido à força da marca, e isso ocasionou em uma padronização da imagem da personagem.

E os outros aspectos da vida do bom velhinho foram tirados de várias referências: O trenó e as renas são, provavelmente, contribuição escandinava. O cachimbo e a chaminé, idéias holandesas. A casa no Pólo Norte norte-americana. Agora, o que ninguém consegue explicar é de onde vieram os duendes que ajudam o Papai Noel.

Enfim, podemos dizer que a Coca-Cola foi a grande responsável por colocar no consciente das pessoas a tão famosa imagem do bom velhinho.

Tinha que ser coisa de Coca-Cola mesmo!

Feliz Natal. hohohoooooo

Artigo retirado na integra do Blog do Renan http://willyrenan.wordpress.com/





Mesbla – Episódio 2: O Retorno da Mumia

3 11 2009

Quantos de vocês que viveram na década de 90 não tem recordações da outrora finada Mesbla? Pois é, ela está de volta!

i150602Para ver matéria clique na imagem.





Uma campanha de marketing politico

7 10 2009

O Marketing Político vem se consolidando cada vez mais como peça fundamental no processo eleitoral. Estes são as técnicas e conceitos mais modernos e eficazes, garantindo uma campanha estruturada, marcante e eficiente.

A eleição
É impossível pensar em eleições, nos dias de hoje, sem pensar numa estrutura de marketing atuando em todos os segmentos do eleitorado.

Propaganda eleitoral deixou de ser apenas o ato de imprimir alguns milhares de folhetos coloridos e pichar os muros da cidade com o nome do candidato.

As campanhas eleitorais deixaram de ser intuitivas e se tornaram racionais, os palpites gratúitos cederam lugar à pesquisa; os temas principais, com determinadas palavras-de-ordem, aparentemente corretas mas aleatórias, agora têm origem em slogans com conceito e estratégia. Enfim: a propaganda política deixou para trás o amadorismo para se tornar profissional.

Comparando com campanhas de produtos e serviços: de um lado está o produto/serviço; do outro, o mercado consumidor. Na campanha eleitoral, de um lado o candidato e do outro os eleitores.

Existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral:

  1. a existência de planos estratégicos, de orientação geral e detalhamento de atividades, tempo e recursos;
  2. a existência de mão-de-obra especializada em propaganda;
  3. a existência de um monitoramento durante todo o processo.

O Marketing Político
Marketing Político são todos os recursos utilizados na troca de benefícios entre candidatos e eleitores.

Esses benefícios, no sentido candidato-eleitores seriam, essencialmente, as promessas, as vantagens do candidato e a sua linha de comunicação. No sentido oposto, ou seja, eleitores-candidatos, são os votos e as informações necessárias para obtê-los.

Alguns elementos compõem o quadro de planejamento de uma campanha de marketing político:

  1. o meio ambiente em que se realiza a campanha eleitoral e que vai proporcionar oportunidades e ameaças ao sucesso de um candidato;
  2. a administração da campanha eleitoral, que é a sua principal força de vendas, formada pelo próprio candidato, o seu partido político e os grupos de interesse alinhados com a sua candidatura;
  3. o conceito de produto, que é a filosofia política do candidato, a escolha de temas específicos a serem tratados e a definição de suas posições a propósito dos temas. Além da formulação e da adoçäo de um estilo pessoal que conserve e amplie suas qualidades.
  4. canais de comunicação e distribuição, que envolvem decisões e ações a respeito da utilização de mídia de massa e seletiva, aparições voluntárias, auxílio voluntário e partidário;
  5. segmentos de eleitores diferenciados;
  6. acompanhamento e revisão contínua e sistemática de resultados que impliquem em reorientação da campanha.

Além dos eleitores propriamente ditos, há outros grupos que precisam ser estimulados, tais como o partido político, os contribuintes da campanha eleitoral e os grupos de interesse alinhados à candidatura. Para isso, a Assessoria Política da campanha deverá canalizar de maneira adequada o seu potencial em função das necessidades imediatas.

O Candidato
O candidato obtém preferências com base:

  • no seu nome
  • no seu talento pessoal em dar início a uma reação emocional
  • na sua habilidade em utilizar a m’dia de massa
  • na sua capacidade de se projetar.

Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:

  1. apresentar uma personalidade bem definida. Como acontece com os produtos, uma imagem de qualidade;
  2. ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;
  3. definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).

Em resumo, o candidato deve:

  1. planejar formalmente a sua estratégia de campanha, sua postura diante dos problemas, sua propaganda, suas aparições, sua base para a obtenção de fundos, sua monitoria da situação, seus objetivos, sua alocação de recursos e o tempo de que dispõe para obter a aprovação dos eleitores;
  2. construir uma forte organização de ações, capaz de reforçar, durante todo o processo, as posições assumidas durante a campanha eleitoral, sem que ocorra a perda de campos já conquistados.

O candidato e o partido
A importância do partido político no universo do candidato deve ser medida dentro dos seguintes parâmetros:

  1. o partido está para o candidato como a empresa para o produto. Ele significa um sistema que detém um conjunto de recursos para atingir os eleitores. Assim, como não existe produto sem uma empresa que identifique a sua origem, não existe candidato sem partido.
  2. o partido, então, pode ter uma imagem que acrescente ou subtraia. Porisso, é importante saber se o partido agrega imagem positiva ao candidato, assim como o nome de uma empresa de prestígio no mercado acrescenta prestígio a um produto.

Os componentes do marketing político

1. A Pesquisa de Mercado
A pesquisa de mercado procura descobrir o que vai ao encontro dos interesses do eleitor, identificando as suas necessidades, seus desejos e seus valores. Com isso, o candidato pode desenvolver estratégias com uma margem de erro muito menor.

Numa campanha eleitoral, devem ser pesquisados o tamanho do mercado e a sua segmentação, o que qualifica o eleitor, o potencial deste mercado com base em padrões históricos de voto, a opinião dos eleitores em torno de assuntos importantes e sobre posições assumidas.

O resultado da pesquisa pode determinar o próprio conteúdo da mensagem do candidato.

2. O conceito e a estratégia do candidato
O que vincula um eleitor a um candidato é a imagem deste último.

Esta imagem, mesmo quando já existente, pode ser planejada e trabalhada. Por outro lado, é preciso ficar atento a como o eleitor está percebendo esta mensagem. Isto precisa ser sistematicamente conferido.

A imagem planejada de um candidato deve conceituar adequadamente sua maneira de se vestir, suas maneiras, suas declarações e o conjunto das suas ações. O objetivo é que o candidato tenha uma aparência e um comportamento que correspondam à percepção e aos desejos do eleitor.

Para conceituar o candidato e definir sua estratégia:

  • definir, com base em pesquisa de mercado, um tema para o candidato, em torno do qual o interesse do eleitor será construido.
  • identificar os principais problemas e a maneira como são encarados e sentidos pelos eleitores;
  • excluir os conceitos não desejados em razão da personalidade e dos antecedentes do candidato;
  • testar o conceito escolhido através de pesquisas periódicas;
  • decidir sobre a adoção de mais de um conceito, sendo um principal e outro, ou outros, secundários, desde que plenamente compatíveis.

3.Estratégia de Comunicação
O conceito do candidato é a base para o plano de comunicação da campanha.

Para um programa de propaganda paga ou gratúita, devem ser tomadas as seguintes providências:

  1. definir a mensagem básica da campanha
  2. definir a melhor maneira de apresentar visualmente o candidato;
  3. definir as pesquisas que serão veiculadas;
  4. definir os veículos adequados para a veiculação;
  5. elaborar os programas orçamentários de produção e veiculação da campanha, que devem ser detalhados toda semana até a data de realização das eleições.

Paralelamente, deve ser desenvolvido um programa de aparições pessoais do candidato. Este programa deve ser controlado pela Assessoria Política.

É preciso ficar atento, neste programa, para as limitações de tempo do candidato. É bom lembrar que o candidato tem, ainda, a responsabilidade de motivar o partido, seus cabos eleitorais e os eleitores comprometidos com a campanha.

4. Programa de Trabalho Voluntário
Inúmeras pessoas devem ser treinadas para compor grupos de trabalho voluntário na campanha.

Entre as tarefas do trabalho voluntário estão as de preparação de eleitores e auxiliares, a participação como oradores para platéias específicas, o envio de malas-diretas, o levantamento e registro de votos, o transporte e alimentação dos eleitores no dia das eleições, entre muitas outras funções.

Para que a Assessoria Política consiga gerenciar bem o trabalho voluntário, deve:

  1. valorizar o partido como centro de decisões
  2. estar sempre motivando os colaboradores;
  3. estabelecer objetivos e metas para a equipe voluntária;
  4. estabelecer um sistema de controle de realizações;
  5. treinar o pessoal e acompanhar de perto o seu trabalho.

Este artigo foi copiado na integra, por Acauã Pyatã com referida fonte.





Analise Swot

24 08 2009

A análise SWOT é uma poderosa ferramenta de marketing, e deve ser realizada ao menos uma vez por ano, durante o planejamento estratégico de marketing. A sigla SWOT, vem das iniciais das palavras inglesas Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças), pois estes são justamente os pontos a serem analisados.

Ameaças e oportunidades – Uma das partes da análise SWOT é o estudo do ambiente externo à organização em busca de ameaças e oportunidades. Trata-se da análise daquilo que está sempre fora do controle das empresas, mas que é importante de se conhecer e monitorar. Entre as forças a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, etc…

As fontes para esta análise serão tiradas da grande imprensa, dos órgãos governamentais, dos indicadores financeiros, das organizações correlatas e das revistas e associações especializadas no seu campo de atuação.

As ameaças e oportunidades sempre afetam de forma homogênea todas as organizações que concorrem num mesmo mercado-alvo. Contudo as organizações que perceberem as mudanças e tiverem agilidade para se adaptarem, serão aquelas que melhor proveito tirarão das oportunidades e menor dano das ameaças.

Esta análise deve levar em conta não somente as tendências que afetam a organização, mas também a probabilidade desta tendências tornarem- se eventos reais. Desnecessário dizer que deve-se dar maior atenção às tendências com maior probabilidade de acontecer, para assim evitar as ameaças reais e explorar as oportunidades da melhor maneira possível.

Forças e fraquezas – A outra parte da análise SWOT, trata dos pontos fortes e fracos da organização, ou seja de seu ambiente interno. Assim, quando percebe-se um ponto forte, devemos ressaltá-lo ainda mais e quando percebemos um ponto fraco devemos agir para corrigí-lo ou pelo menos para minimizar seus efeitos.

O primeiro passo é criar uma relação de variáveis que devem ser monitoradas, por exemplo: reputação da empresa, participação de mercado, qualidade do produto, qualidade do serviço, eficácia do preço, boa comunicação, poder de venda, inovação tecnológica, cobertura geográfica, fluxo de caixa, estabilidade financeira, instalações, força de trabalho, produtividade, pontualidade, dedicação dos funcionários, flexibilidade, atendimento a clientela, etc… A lista é imensa, deve-se conhecer bem a organização de modo a lembrar-se apenas das forças e fraquezas relevantes.

Em seguida, deve-se criar uma escala onde cada uma desta variáveis é avaliada em relação aos objetivos da organização. Constuma-se classificá-la como: força importante, força sem importância, neutralidade, fraqueza importante ou fraqueza sem importância. Como a organização raramente pode investir em todas as áreas ao mesmo tempo, os ítens fraquezas importantes e forças importantes devem ser priorizados ao se traçar estratégias de marketing e receber orçamento.
A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

Etimologia

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, segundo HINDLE & LAWRENCE (1994) a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen. Por outro lado, TARAPANOFF (2001:209) indica que a idéia da análise SWOT já era utilizada há mais de três mil anos quando cita em uma epígrafe um conselho de Sun Tzu: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.) Apesar de bastante divulgada e citada por autores, é difícil encontrar uma literatura que aborde diretamente esse tema.

O caminho mais indicado para entender o conceito da análise SWOT é buscar diretamente sua fonte: The concept of corporate strategy, do próprio Kenneth Andrews. Porém, uma leitura superficial dessa fonte frustra os mais afoitos por definições precisas e modelos práticos, pois o autor não faz nenhuma referência direta à análise SWOT em todo seu livro.

Aplicação prática

Esta análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).

As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.

O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.

Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças….

SWOT

Texto retirado e copiado na integra de: http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Analise_SWOT.htm