Pai nosso do Publicitário

31 12 2009

Já viram por ai textos que fazem brincadeiras com a oração do pai nosso, executando “paródias” com a mesma? Pois então! A caloura Caren, que estará começando o curso de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda na FAPAN em 2010 me enviou por recado no orkut um desses textos bem interessantes que disponibilizo agora aqui.

Oração do Publicitário

Pai nosso que estais no céu,
Santificado seja o vosso cliente.
Venha a nós a vossa agência,
e seja feito o vosso briefing.
Assim no brainstorm como no insight.
A criação nossa de cada dia nos dai hoje.
Perdoai as nossas más idéias,
assim como nós perdoamos o anúncio que não tenha vendido,
e não nos deixe cair em má comunicação,
mas livrai-nos do Conar!
Amém!

Post de Acauã Pyatã (CSPP / FAPAN – 3º Semestre)

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Publicitario não é de ferro

5 08 2009

cOMERCIAL DE BIQUINITirinha de Jonh Bogeá do blog Estranho Mondo Monstro.





Ria ou morra

8 07 2009

Por Acauã Pyatã (2º Semestre – CSPP)

anuncio-renault

Estive mais uma vez rondando o Youtube atrás de vídeos realmente interessantes,e esbarrei com alguns comerciais veiculados nas emissoras argentisnas e admito, os nossos hermanos são realmente criativos. Estive observando um reclame em especial, que foi de um comercial de papel higiênico, e pude perceber que além do fator cultural influenciar diretamente a qualidade da propaganda produzida, ainda determina o nível de criatividade, e porque não dizer “humor negro” contido nelas. Mas não vou me deter a falar do reclame, que poderá ser visto no final deste artigo.

O senso de humor na propaganda, algo que tem a capacidade, assim como vários outros elementos, de tornar o anuncio muito interessante ou simplesmente acabar de vez com tudo e fazer o receptor da mensagem pensar: “ou quem fez esse anuncio é muito inteligente, ou é muito burro”. O humor faz apelo ao ser humano de forma que venha principalmente a prender a atenção de forma intuitiva. Todos nós quando presenciamos algo realmente engraçado ou que desperte aquele sentido de curiosidade, por vezes acabamos tendo a atenção voltada diretamente para o alvo que está gerando aquele momento de “felicidade”. Podemos observar ao longo da história da propaganda mundial e da propaganda brasileira tentativas de sátiras e de sacadas bem humoradas, algumas sutis como por exemplo, o clássico tio da Sukita e sua ninfeta que sempre lhe aplica um fora moral, e diga-se de passagem, quantos brasileiros não se identificaram com o “tio”, e na sequencia um reclame de carro que trouce a merecida vingança do tio da Sukita, o que causou de certa forma na época, creio que isso tenha sido em 2002 salvo engano, uma reação no público totalmente desejável.

Humor proporciona felicidade, e é isto que justamente a maioria das pessoas está procurando, por isso todo e qualquer evento que remeta a este estado de risos e gargalhadas sempre será bem vindo e prenderá a atenção das pessoas, contudo, é salutar informar que as vezes algumas coisas extrapolam, e acabam sendo censuradas, como o caso de várias propagandas que são proibidas pelo CONAR por possuir um humor nada divertido e muitas vezes mais negro que o mapa que aponta o caminho do inferno, podendo até mesmo gerar uma ideia de racismo social, étnico e sexual.

Existe uma diferença entre ser engraçado ao produzir um anuncio com ser palhaço. A propaganda brasileira precisa de pessoas criativas e divertidas, não de publicitários que se sintam um Bozzo na comunicação e pensem que podem sair por ai de sapato grande, cara pintada e nariz vermelho “pintando e bordando” o que bem entendem.

O senso de humor, dependendo da proposta de anuncio pode ser algo realmente interessante e definitivo, mas também pode ser algo que vai enterrar tua carreira como publicitário para sempre. Pense nisso.

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Uma idéia animal… e bota animal nisso”

2 04 2009

Bem pessoal, como vocês perceberam, de forma atípica desta vez eu acabei por primeiramente colocar o vídeo para depois tecer comentários. Isso foi intencional, primeiramente para criar um pequeno equivoco devido ao título do artigo (risos), pois tenho certeza que 99% de vocês pensaram que se tratava de mais um artigo acerca de propaganda podre, mas não, pelo contrário, este pode ser definido na tríade de criativo, curioso e hiper sacadão!

Para os que de repente não captaram de primeira, a história se passa no momento em que o colega ai, o cachorro vê sua companheira, em todos os sentidos uma cachorra, pulando a portinhola, e então sai fugindo e decide se suicidar, só que no momento em que o faz, “chan! Chan!”, é ai que entra a grande idéia e sacada da propaganda de pneus Bridgestone, a de que eles tem tanta aderência ao asfalto que até num momento tão inesperado e critico, eles obedecem imediatamente. Isso pode ser visto como orientação de marketing para o valor, para o produto e para outras formas sub entendidas. Achei este comercial fuçando na internet por acaso e com certeza ele tem que fazer parte do Galo da Pan, nosso brainstorming digital. Abraços e até a próxima. Amanhã um artigo bem mais técnico.