Prova para a Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba em Belém

1 02 2010
ESCOLA INTERNACIONAL DE CINEMA E TV DE CUBA
ABRE AS INSCRIÇÕES PARA A SELEÇÃO DE ESTUDANTES BRASILEIROS


A Coordenação dos Exames de seleção para a EICTV no Brasil comunica a todos que estarão abertas até o dia 10 de março as inscrições para o Processo Seletivo 2010 / 2013. As provas serão aplicadas nos dias 12 e 13 de março, em cinco cidades: Belo Horizonte / MG, Recife / PE, Florianópolis / SC, Campo Grande / MS e Belém / PA.

Serão oferecidas sete especializações – Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Som, Documentário e Edição. Cada candidato deverá optar por uma destas especializações.

Do Brasil, serão selecionados de quatro a seis candidatos que irão fazer parte de um grupo de 40 estudantes de todo o mundo, principalmente da América Latina. O curso tem duração de 3 anos. O início está previsto para setembro de 2010 e término em julho de 2013.
Condições e documentos exigidos:
Os documentos e materiais serão entregues no dia 12/03, antes dos exames escritos.
1) Nacionalidade brasileira.
2) Ter Idade entre 22 e 29 anos (nascidos entre 1980 e 1988).
3) Preencher e enviar por e-mail a ficha de inscrição para a comissão do local onde fará a prova (O candidato deve levar uma cópia impressa, no dia da prova).
4) Apresentar Certificados legais de estudos que demonstrem que concluiu dois anos de estudos superiores sistemáticos, técnicos ou universitários em qualquer carreira. (Apresentar os Títulos ou Diplomas em fotocópias legais).
5) Responder a duas provas escritas, sendo uma de conhecimentos gerais sobre aspectos culturais e outra da área específica, eleita pelo candidato. Os aprovados passarão também por uma entrevista oral.
6) Apresentar seu currículo impresso.
7) Apresentar Carta de motivação, com não menos que 3 laudas, que justifique seu interesse em estudar cinema. No caso de este texto estar escrito em português, o candidato deve apresentar uma cópia em espanhol.
8) Apresentar um Auto-retrato do candidato, em qualquer suporte, técnica ou formato.
9) Apresentar um Arquivo pessoal (de materiais em cine, vídeo, foto fixa, música, artes gráficas, literatura, teatro, imprensa, etc.) em cuja elaboração haja participado ou desempenhado um papel significativo e criativo, e que seu nome figure nos créditos da mesma.
11) Pagar a taxa de inscrição de 50 reais (o pagamento deve ser efetuado em dinheiro, no dia da prova).
12) Entregar seis fotos, tamanho 10x10cm. Uma das fotos deverá ser afixada no local apropriado da ficha de inscrição.
13) Certificado médico de aptidão física e mental.
Processo de seleção
Cada candidato responderá à 2 provas escritas: uma prova de conhecimentos gerais e uma prova correspondente à especialização que escolheu. Os candidatos aprovados nas provas escritas serão entrevistados no dia seguinte pela comissão julgadora, que realiza uma pré-seleção indicando os melhores candidatos em cada especialização. Caso haja necessidade, algumas entrevistas serão realizadas no domingo, dia 14 de março. Os candidatos que tenham vindo de outras cidades terão prioridade, na ordem das entrevistas. O Conselho Docente da EICTV, sediado em Cuba, faz a seleção final. Os nomes dos candidatos selecionados devem ser anunciados na segunda quinzena de junho.
As provas escritas acontecem a partir das 8 h da manhã, do dia 12 de março.
Matrícula
A matrícula para os três anos tem um custo de cinco mil euros por ano. Forma de pagamento: à vista (em setembro) ou em duas parcelas (setembro e janeiro). Alunos brasileiros pagarão parte do valor, sendo que o restante será subsidiado pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual.
Os estudantes que ingressam no curso regular têm direito a hospedagem em quartos individuais, alimentação, transporte entre Havana e San Antonio de los Baños, assistência médica primária e de emergência, material escolar e produção integral dos trabalhos em cinema e vídeo.
Informações e inscrições:
As fichas de inscrição serão disponibilizadas pela internet através dos sites da Associação Curta Minas / ABD-MG (www.curtaminas.com.br), da Página 21 / PE (www.pagina21.com.br), do Instituto Selvino Caramori / SC (www.instselvinocaramori.org.br), e dos blogs da Associação de Cinema e Vídeo-MS / ABD-MS (acvms.blogspot.com) e da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas / ABD-PA (eictvpara.blogspot.com).
Após o preenchimento, favor enviar por e-mail a ficha de inscrição para a cidade onde você pretende realizar os exames.
Belo Horizonte / MG
eictvbh@yahoo.com.br
Curta Minas (31) 3201-9665
Recife / PE
eictv@pagina21.com.br
Página 21 (81) 3421 7180
Florianópolis / SC
eictv@instselvinocaramori.org.br
Instituto Selvino Caramori (49) 3567-0011
Campo Grande / MS
candal.abdms@gmail.com
ACV-MS (67) 3306-8069 / (67) 9608-7066 (Cândido)
Belém / PA
eictvpara@gmail.com
MIS / PA (91) 4009-8817 / (91) 9143-5111 (Afonso Gallindo)
Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños
Diretor Geral: Tanya Valette (República Dominicana)
Diretor Docente: Jerónimo Labrada (Cuba)
Coordenadora Acadêmica: Maria Julia Grillo (Cuba)
http://www.eictv.org

Coordenação Seleção EICTV 2010 – Brasil
Geral:
Guigo Pádua
eictvbh@yahoo.com.br / (31) 9635-1026
Belém:
Afonso Galindo (ABD e C/PA)
Belo Horizonte:
Guigo Pádua
(Associação Curta Minas – ABD/MG)
Campo Grande:
Cândido Alberto Fonseca (ABD/MS)
Florianópolis:
Caroline Marins (Instituto Selvino Caramori)
Recife:
Amaro Filho (Página 21)
Realização:
Página 21 – Pernambuco
Instituto Selvino Caramori – Santa Catarina
Cinemateca Catarinense / ABD-SC
Associação de Cinema e Vídeo / ACV-MS
ABD e C / ABD-PA
Apoio:
Associação Curta Minas / ABD-MG
Universidade Católica de Pernambuco
APECI / ABD-PE
Universidade Federal de Santa Catarina
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul
Fundação de Cultura do Estado (MS)
Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande
Fundação Curro Velho / PA
ICA – Instituto das Ciências das Artes/UFPa
Museu da Imagem e do Som / MIS-PA
Instituto Pensar
Secretaria do Audiovisual / Ministério da Cultura

Notícia garimpada pelo RSS de Acauã Pyatã direto do blog Novas Medidas.





1º Encontro de Cinema Galo da Pan – Papachibé em Foco

7 10 2009
alunos

Alguns alunos no primeiro dia

Certamente uma das experiencias mais enriquecedoras do meio acadêmico são aquelas que nos possibilitam ir além da teoria vista em sala de aula, podendo praticar a interdisciplinaridade e literalmente por a mão na massa, fazendo aquilo que amamos: Comunicação. O 1º Encontro de Cinema Galo da Pan, com o tema Papachibé em Foco foi um projeto concebido com a ideia de levar para dentro da acadêmia a magia que gera simulacros, transpõe realidades e choca, causa reflexão, emociona, e acima de tido emite uma ideia a ser carregada muitas vezes pela vida toda, e isto se chama cinema, e foi o que ocorreu nos dias 16, 17 e 18 de setembro de 2009 no auditório Ursa Maior na FAPAN, onde os alunos puderam conhecer essa magia presente muitas vezes no cotidiano deles, ali do ladinho, através de ângulos e visões de nossa cidade que muitas vezes passam desapercebidos. Bem, eu não preciso falar que o encontro tinha como foco total o cinema paraense, afinal sou suspeito, pois a minha intenção era justamente esta no momento em que foi pensado neste tema. Daqui por diante iremos os três, eu (Acauã Pyatã), Willy Renan e Ramon Kenny, tentar dividir com vocês de forma bem humorada como se deu está experiencia do lado de traz da telinha, do lado da organização, e como foi um tanto dificultoso, oneroso, contudo delicioso dividir e possibilitar aquilo que muitas vezes somente o olhar artístico debruçado sob a técnica, com uma ideia na cabeça e uma câmera na mão podem revelar o oculto, de um cinema ainda criança, mas com potencial para se tornar um dos mais ricos do país, o cinema Papachibé.
Começarei comentando com você como a ideia nasceu, na sequencia teremos o aparato de cada um dos meninos e no final farei uma conclusão, espero que tenham paciência de ler, pois de fato é muito delicioso mais uma vez, poder dividir e sentir juntamente com vocês, a forma como se faz essa magia. Vamos la!

eu,dayse e vidal

Dayse Cunha, Jorge Vidal e Acauã Pyatã

Uma ideia na cabeça, e uma tentativa de expressão
Durante as férias de julho de 2009, sem nenhum dinheiro no bolso para viajar, desempregado e tentando arrumar o que fazer, na frente do computador entre uma twittada e outra me ocorreu uma coisa, em tentar explorar um pouco mais da minha paixão por cinema, mesclada a minha louca paixão pelas coisas locais de forma efetiva, e conversando com um amigo no MSN sobre questões sociais, ele comentou que estava pensando em fazer um evento beneficente, daí então me ocorreu de fazer um evento sobre cinema, mas não somente isto, cinema paraense, e tentar convencer a coordenadora do curso a permitir que eu fizesse o evento na faculdade. A principio eu não sabia como nem com quem, apenas sabia que queria fazer, tanto que na ideia original que tive o evento se daria apenas durante um dia (na verdade uma noite), e com posse disso fui pensando e comecei a “brincar” com a ideia, bolar uma identidade visual, criei um tema (Papachibé em Foco) e até preparei um vídeo, um comercial sobre o evento. O curioso é que eu ainda não sabia o que fazer, como fazer e nem quando, e dessa brincadeira a coisa foi se formatando, resolvi pesquisar mais profundamente sobre cinema local e no decorrer dos dias, ideias foram surgindo, ao passo que quando percebi, 01 dia não seria suficiente, tal que no meu projeto acabei fechando em 03 dias, onde convidei Jorge Vidal (grande parceiro nesta empreitada), o Renan contactou Lucas Escócio, curador jr. Do festival do minuto em Belém, e eu já tinha visto um trabalho de um grupo de teatro chamado Teatro do ofício, que após tentar varias vezes contato de forma frustrada, acabei esbarrando com alguns atores dos vídeos num coletivo durante um domingo quando ia para o Solamar. A ideia surgiu assim, como pura sinergia do que ter para se fazer, aqui na frente do meu PC. Mais tarde com a ideia formatada convidei os meninos, apresentei o projeto, e pronto! A magia aconteceu.

No primeiro dia de evento tive a oportunidade de entrevistar Jorge Vidal, Cineasta Paraense, diretor do Curta Matinta Pereira, o que foi uma experiencia impar para todos que participaram. Principalmente porque vocês não sabem dos atropelos que houveram, o que irei contar agora.

leona

Elenco de "Leona" juntamente com alguns alunos e os meninos do blog

Situações estranhas, engraçadas e muito… mas muito desesperadoras
Com certeza a experiencia de realizar um encontro como estes colocou a mim e aos demais colegas em situações de tensão, desde as mais simples, como ter isso para uma parte bem estranha e periférica do bairro do jurunas conhecer os meninos da “Leona – Assassina Vingativa” e claro, situações mais “trash” durante o evento, como os vídeos não funcionando, 4 ou 5 computadores trocados durante o evento para conseguir produzir o vídeo e as 16 vezes ao todo que subi e desci aquela escada da FAPAN, do terceiro andar ao primeiro, diga-se de passagem que correndo, sendo que somente no segundo dia, fiz esse percurso 11 vezes, da Ursa Maior até o cyber próximo ao bar do Getúlio, para garantir que os filmes da “Leona” fossem exibidos. Uma situação que eu considero digna de nota e de todos os louros e créditos foi a forma como Ramon Kenny conseguiu estender a entrevista e conduzir a situação com maestria durante o segundo dia, ao entrevistar no 1º bloco Lucas Escócio e seu amigo, quando pedi encarecidamente que ele segurasse a situação enquanto eu corria e me desesperava atrás desses filmes, naquele dia de fato e direito, ele foi peça fundamental para que tudo ocorresse bem.

renan

Wylli Renan entrevistando Cia. Teatro do Ofício

Apesar da correria, sinto saudades (Wylly Renan).
Quando o Diego (mais conhecido como Acauã) me falou do que se passava na sua cabecinha, logo vi que seria um desafio, mas também seria uma experiência recompensadora.
Depois de avisado do projeto, logo corri atrás de ajudar no que fosse possível. Entrei em contato com o Lucas Escócio curador Jr do Festival do Minuto de Belém, havia me lembrado dele de uma palestra que assisti do criador do festival onde o Lucas se fazia presente. As negociações com o Lucas correram muito bem e ele pareceu muito disposto a nos ajudar.
Outra coisa em que ajudei foi na criação da mascote do evento, um amigo meu o desenhou encima de um conceito inventado por mim, esse galo ilustrou (e ilustra até hoje) o blog no banner responsável pela divulgação do evento.
Dia 18 o meu dia de ser o entrevistador, nos dias anteriores Ramon, Acauã e Ysami que deram os rumos das entrevistas, mas no último dia era a minha vez.
Confesso que fiquei meio decepcionado com a evasão do último dia, poucas pessoas compareceram ao encontro, sexta-feira é assim mesmo né! Mas foi legal, pois foi o dia em que a platéia mais interagiu com os convidados. Dessa vez a entrevista se deu com o pessoal do Grupo Teatro de Ofício. Eles produziram a Pensão dos Artistas Fudidos, uma série quem tem como objetivo tecer uma crítica a falta de incentivo a arte no estado.
Ah já ia me esquecendo, nesse dia a professora/coordenadora Dayse nos presenteou com o quê o meu amigo Ramon batizou de Papachibé de Ouro, uma plaqueta bem bacana.
E as maiores recompensas de todo o nosso esforço foram as relações que estabelecemos e a experiência que vivemos, sem contar no reconhecimento de alguns de nossos colegas.
Então eu agradeço primeiramente ao pessoal do Blog (Acauã e Ramon) pelo esforço em organizar o evento; Ao nosso colega Ysami que deu uma força na organização; Aos convidados que engrandeceram o nosso evento (Jorge Vidal, Lucas Escócio, Homero, o pessoal da “Leona, assassina vingativa” e o pessoal do Grupo Teatro de Ofício); a Coordenação do curso de Comunicação Social, mais precisamente a coordenadora Dayse Cunha, que nos deu todo o apoio e estrutura; Aos colaboradores da FAPAN que nos deram uma força na organização nos dias do evento; Aos nossos patrocinadores (Pito’s e Eddy Ótica);O meu amigo e parceiro Adriano Henrique Bastos Muniz que desenhou a mascote do evento; E por fim aos nossos colegas que compareceram no encontro.
Valeu mesmo e até o ano que vem com mais um Encontro de Cinema Galo da Pan.

Papachibé de Ouro (Ramon Kenny).

Ramon Kenny entrevistando Lucas Escócio e seu amigo cineasta.

Ramon Kenny entrevistando Lucas Escócio e seu amigo cineasta.

A iniciativa de trazer pessoas de fora da FAPAN para falar de cinema e produção áudio visual foi um tiro certeiro no que diz respeito a agregar conhecimento e trocar experiências.

No dia 17 de setembro, (confesso pra vocês foi o dia mais ‘punk’, pelo menos pra mim), os convidados foram Lucas Escócio, curador do festival do minuto em Belém, e o pessoal que gravou o vídeo da “LEONA- A ASSASSINA VINGATIVA” que está fazendo um grande sucesso no you tube com milhares de acessos não só daqui de Belém, mas de outros estados e até de outros países, com cópias inclusive sendo postadas.

Bem, agora vou explicar o motivo pelo qual eu considerei este dia o mais ‘punk’. A noite começou com um bate-papo com o curador do festival do minuto em Belém Lucas Escócio, que de quebra trouxe um amigo (Homero) que é diretor de cinema, e acrescentou demais no papo. O Lucas falou de como foi selecionado para ser curador, de como é selecionar os vídeos, eu tinha uma pauta com cerca de 10 perguntas, e quando elas acabaram chegou um bilhetinho que dizia o seguinte: Segura mais uns 10 minutos por causa de problemas técnicos…Eu pensei que o mundo ia acabar naquele momento! E piorou quando eu olhei pro lado, e não vi ninguém da organização! E não tinha mais as perguntas da pauta!Mas, graças a DEUS, o Lucas trouxe um amigo, o Homero que é diretor de arte, e falou sobre a parte de dirigir filmes, de produzir, acrescentou de forma ímpar o debate, e de repente, como se fosse uma sessão ‘espiritual’, as perguntas brotavam (detalhe é que, o público participou com UMA pergunta, UMA!) como se fossem mensagens psicografadas, mas no final do debate, com os problemas técnicos resolvidos, todos da organização no meu campo de visão, pude encerrar o debate que foi bastante rico.

O cinema é uma forma de comunicação, uma forma de arte, e o encontro (na minha opinião) acrescentou e muito na parte extra curricular do nosso curso de publicidade, pois precisamos saber como funcionam as técnicas da 7° arte para depois podemos aplicá-las em peças publicitárias.

Bem, eu quero agradecer ao Renan da turma Hidra, e ao Acauã e Ysami da turma Darwim que foram os alunos organizadores do evento( tudo bem, eu não posso agradecer pela minha participação na organização, mas vou sinalizar que participei aqui entre parênteses, Ramon da turma hidra) e fazer um registro: A professora Dayse, no início do último dia do festival resolveu agradecer aos alunos que organizaram o festival, até aí tudo normal. Mas, ela foi além, e resolveu presentear a cada um dos organizadores com uma plaquinha, que eu carinhosamente batizei de “PAPACHIBÉ DE OURO”. Eu confesso que estava feliz simplesmente pelo motivo de conseguirmos realizar o evento mesmo com os problemas técnicos que surgiram, e receber a plaquinha foi o algo do tipo tem coisas que o dinheiro não compra.

Conclusão.

Como disse no inicio, experiencias que constroem. O 1º Encontro de Cinema Galo da

Ramon pousando junto ao banner do encontro.

Ramon posando junto ao banner do encontro.

Pan com certeza fica na historia da instituição e deste blog como um marco e demostração de poder criativo e de vencer desafios dos alunos que compõe este curso. Embora tenhamos tido inúmeras dificuldades, e ainda estou tendo para organizar a questão dos certificados, tenho certeza que a segunda edição ano que vem será muito mais interessante e organizada. O mais engraçado é ter percebido que embora tenham havido inúmeros atropelos, as pessoas não perceberam nada, logo o espetáculo exposto através da telinha do cinema paraense foi um sucesso, e acredito que o próximo no mínimo será melhor.
Gostaria de agradecer a todos que colaboraram, a Dayse Cunha e suas auxiliares que deram todo o apoio e estrutura através da coordenação do curso, aos patrocinadores Pito’s Lanches e Eddy Ótica, sem os quais o evento não teria tanto brilho, a Jorge Vidal, Lucas Escócio e cia, elenco de “Leona: Assassina Vingativa, Cia. Teatro do Oficio e claro, a Willy Renan, Ramon Kenny e Ysami (que caiu de paraquedas na ideia e muito bem vindo) que ao comprar a ideia me deram uma forma fundamental, sem os quais o evento não teria tido o caráter impar que teve.
A todos muito obrigado e nos vemos no encontro de cinema do ano que vem, e não se esqueçam: “uma câmera na mão, uma ideia na cabeça e papachibé em foco!”.

Ysami e o Papachibé de Outro

Ysami e o Papachibé de Outro

Mais uma vez muito obrigado a todos que participaram e ajudaram a tornar este evento um projeto concreto e real. Logo mais postaremos um artigo informando do destino dos brinquedos doados. Um abraço!

Acauã Pyatã
Diretor de Redação Galo da Pan, Organizador e Curador do 1º ECGP.

Mais sobre o Encontro





Hollywood e a magia do cinema

26 08 2009

Hoje o blog Galo da Pan irá postar o seu 100º artigo, e nada melhor para comemorar o nosso 100º post do que a colaboração de nossos alunos no blog. Hoje um dos alunos do curso sem saber é o responsável por este artigo comemorativo, e ele irá tratar de cinema, falando um pouco da história de Hollywood. Alguns podem se perguntar, o que cinema tem haver com comunicação e principalmente publicidade e propaganda? Querem descobrir? Continuem lendo o Galo da Pan e participem do 1º Encontro de Cinema. Agora com vocês o artigo do colega.

hollyHollywood é a maior indústria cinematográfica do planeta. No início do século XX, os produtores de filmes procuravam um local que proporcionasse a facilitação de filmagens, já que na época não tinha muitas oportunidades e o meio cinematográfico era ainda muito pobre. Um clima propício a pouca chuva e boa luz eram “tudo” que eles queriam, pois equipamentos de iluminação eram muito caros, e eles acabaram encontrando este local que se adequou a ótimas filmagens. Cineastas de toda parte do mundo se instalaram ali, e foi surgindo às indústrias, hoje esse distrito de Los Angeles, chamado Hollywood, tem um reconhecimento mundial por ser a maior fonte de produção de filmes, e é de lá que sai os filmes mais bem produzido e os mais caros já filmados.

                Hollywood já foi autor de filmes que marcaram época, quem nunca viu Titanic? Titanic teve um salto gigantesco na década de 90, foi o filme mais contemplado, segundo o cineasta James Cameron e produtor da longa, o filme foi o mais caro da historia na época, foram gastos U$ 200 milhões, e foi arrecadado com bilheterias U$ 1,8 bilhão. Titanic foi um marco, poucos filmes chegaram a sua magnitude. Anos depois a criação de novos efeitos gráficos e o desenvolvimento da tecnologia em geral facilitou a produção de outros grandes filmes, como: Senhor dos anéis, Homem aranha, Harry Potter e Batman. Hoje o Recorde do filme com o maior gasto é o Homem aranha 3, segundo fonte da Sony ele custo U$ 300 Milhões, no total incluindo produção e marketing foram gasto U$ 500 milhões no filme, mas o Record de bilheteria do Titanic jamais foi batido.

                A magia do cinema é tanta que foi considerado a 7ª arte, quem nunca chorou ou saiu “puto” da frente da TV porque não se conformou com o final triste do filme? Ou nunca doeu a barriga de tanto rir de uma comedia romântica ou um “besteirol americano”? Quem nunca pensou que sua vida poderia dá um filme? Quem nunca assistiu a um filme numa tarde chuvosa ou numa noite de domingo? O cinema faz parte da nossa vida, ele movimenta, não só a economia do mundo, como sonhos de milhões de pessoas e a vida de cada uma dessas pessoas daria um filme, só bastaria ser gravado por câmeras e não só por memórias, pois as lentes das câmeras hoje serão os olhos do presente amanhã.

diogoEste artigo vou enviado ao blog pelo aluno Diogo Ortega Piovezan, cursa Com. Social – Publicidade e Propaganda conosco aqui na FAPAN, aluno da turma CS2P34 (Darwin) e um cara muito doido e bacana que diz: “A simplicidade da vida é fazer dela nćo só algo para viver, é preciso entende-la e fazer por onde”.





Cinema: vem aí o 1º Festival Amazônia Doc

19 04 2009
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'O Rapto do Peixe Boi', do paraense Cássio Tavernard, participa da Mostra Competitiva que acontece no Cine Olympia.

Belém vai respirar cinema entre os dias 22 e 26 deste mês. Longas, médias e curtas metragens, filmes de animação, filmes sobre comunidades, movimentos sociais, sobre costumes e identidades diversas invadem a cidade durante o 1º Festival Pan-Amazônico de Documentários – Amazônia Doc, que acontece paralelamente no Cine Olympia, Cine Líbero Luxardo, Instituto de Artes do Pará (IAP), Instituto de Ciências da Arte (ICA/UFPA), Fundação Curro Velho, Estação das Docas e Cine-teatro Maria Sylvia Nunes. A programação, inteiramente gratuita, já está disponível no site do Festival, www.amazoniadoc.com.

Neste período, aportam na capital paraense grandes nomes no cinema brasileiro e internacional – diferentes sotaques, olhares e culturas que durante cinco dias estarão voltados a uma nova maneira de pensar a Amazônia. Discutindo temáticas de cunho socioambiental, o 1º Amazônia Doc deve promover um grande panorama da produção audiovisual nessa macro-região que alcança nada menos que oito países da América do Sul – Brasil, Colômbia, Guiana Francesa, Venezuela, Suriname, Equador, Peru e Bolívia.

Nesta primeira edição, o Amazônia Doc vai contar com um júri internacional formado por sete membros. Eles serão responsáveis por decidir quem leva o Grande Prêmio “Augusto Ruschi”, que consiste na quantia de R$ 15 mil e mais o troféu “Amazônia”, entregues ao maior destaque dentre as produções apresentadas. A homenagem a Ruschi (1915 – 1986) não poderia ser mais cabida. Patrono da ecologia no Brasil, o cientista, agrônomo e naturalista dedicou sua vida à defesa veemente da natureza.

Durante a noite de encerramento do Festival, ainda será anunciado o nome do Homenageado Especial e a entrega de outros seis prêmios: Troféu “Amazônia Ouro” para o melhor longa-metragem; Troféu “Amazônia Prata” para o melhor média-metragem; Troféu “Amazônia Bronze” para o melhor curta-metragem; Troféu “Amazônia Arara Azul” para o melhor filme etnográfico; Troféu “Amazônia Peixe-Boi” para melhor técnico local, em votação secreta realizada pelo coletivo de audiovisual sob coordenação da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Pará (ABDeC-Pa); e Troféu “Amazônia Aruanã” para o melhor filme escolhido pelo júri popular, em votação secreta por um colégio eleitoral formado pelas platéias.

Serviço: O 1º Amazônia Doc acontece entre 22 e 26 de abril – de quarta a domingo – nos cinemas do IAP, Líbero Luxardo (Centur), Maria Sylvia Nunes (Estação das Docas) e Olympia. Inscrições gratuitas abertas para os seminários, workshops e oficinas paralelas. Confira a programação completa em www.amazoniadoc.com e ainda pelo telefone (91) 3243-1782.

(Ascom/ Amazônia Doc)

Fonte: Conteúdo transcrito na integra com imagem do site de notícias do Diário do Pará.

http://www.diariodopara.com.br/noticiafull.php?idnot=39389