Quando eu crescer, quero trabalhar em propaganda

13 06 2009

Por Acauã Pyatã (CS1P34 – Darwin / CSPP / 1º Semestre)

Bom, este artigo tem um cunho bem mais reflexivo. Fuçando a internet atrás de alguma coisa interessante para dividir com vocês acerca de nosso universo acadêmico e futuro profissional, achei um vídeo na internet que ao mesmo tempo que é engraçado, possui humor negro, faz um apelo ou critica a forma como todos os publicitários(as) tem que trabalhar ao redor do mundo e quem sabe faz um alerta a mudanças e reflexões que tem que ser trassadas dentro de nossa futura classe trabalhista e que devem sim, ser discutidas dentro da acadêmia como assunto de domínio e interesse de comunicólogos e publicitários.

Este vídeo produzido pelo Meyocks Group, para a abertura do ADDY Awards, é uma paródia da antiga campanha de um consagrado site de empregos, o Monster.com, que satiriza a forma com que publicitários e propagandistas devem viver sua vida profissional, ou como são forçados(as) a fazer-lo.

O Interessante, além de engraçado para não dizer trágico é que percebo que o que ouço de colegas nos bastidores de agencias de comunicação, produtoras e fornecedores na verdade é uma problemática de nossa classe trabalhista a nível mundial, e isso para mim, sinaliza apenas uma coisa, que devemos nos organizar e sermos mais fortes e menos individualistas.

Meu objetivo com este artigo não é desestimular ninguém, nem tão pouco criar um insurreição trabalhista embora isso seja muito interessante, contudo, é convidar vocês colegas e profissionais que visitam este blog a realmente refletirem numa questão que levanto agora: “Como é de fato ser publicitário?”.

É uma profissão maravilhosa, com seus altos e baixos como todas as demais profissões, mas que de repente mereça um pouco mais de valorização para aquilo que fazemos, que é criar e gerir um mundo de ideias e conceitos, de visões e pensamentos. Afinal de contas, quanto vale isto? Até onde somos e como deveríamos ser valorizados? É bom refletirmos sobre isso. Com vocês o vídeo.

Uma outra dica. Comentem este artigo porque creio eu que mais do que nunca, agora se vale a opinião de cada um de vocês. Abraços

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3 responses

13 06 2009
Junior Silva

Seria bom se trabalhassemos pouco ganhassemos muito (bem muito) e fossemos feliz em tudo pricipalmente no lado financeiro e em outras coisas que não vem ao caso falar (rsrs). Eu particularmente vejo o vídeo extremamente motivacional, como já estamos finalizando o primeiro semestre na FAPAN tenho certeza absoluta que todos já devem ter o mínimo de noção do que é ser um publicitário, ter consciência agora de que isso é o que quer seguir daqui em diante. O vídeo em momentos mostra uma real realidade não só de um publicitário, mas de inumeras carreiras que trazem altos e baixos.
“Quando o Crivo passar somente os ‘bons’ Ficarão”

13 06 2009
DiogOrtega

Esta cada dia mas difícil o acesso ao mercado, pessoas qualificadas, e melhores profissionalmente que outras estão pegando a vaga daquela outra que sonha fazer um curso e atuar na area, mas não tem aquela garra e determinação, digo isso tanto em relação ao conhecimento quanto meter a cara ir atrás, procurar, axar e nunca se estaguinar. Não é só no curso de comunicação, mas como todas em outras areas você tem que sempre procurar ser o melhor, apesar que nunca seja “o melhor” mas temos que por essa meta, esse foco láaaaa na frente. E temos que tentar ser melhor em tudo não só na area profissional, e muito fácil Namorar ou se casar, mas fazer com que aquele namoro seja “O namoro” ou aquele casamento seja “O casamento” e que é o difícil. É muito fácil ser mas um publicitário, mas ser “O publicitário”… ai vai de cada um de noís.

Fellipe Diogo Ortega – 1ºsemestre – Publicidade – Fapan

14 06 2009
Ramon Kenny

Não é só no meio publicitário que vemos a hierarquia dominante escravizando os seus empregados. Eu mesmo, já trabalhei 12/13/14/15 hs por dia carregando até 60 kg nos ombros, ou de bombons, época em que eu trabalhei num loja de bombons no entroncamento, ou de frutas e verduras, quando trabalhei em uma fruteira. Vejo que o principal é a motivação, que pode levar o profissional a fazer grandes coisas. Eu quero sim, e vou lutar e muito pra conquistar meu espaço, e nada vem fácil, pelo menos pra mim nada veio fácil, tudo que consegui foi com muito, muito, muito esforço. Mudanças na relação patrão empregado só podem acontecer se os trabalhadores realmente se organizarem, daqui a alguns anos, talvez os nossos filhos desfrutem de uma relação melhor do que a que temos, mas depende do que nós fizermos agora! por exemplo, com essa paralização dos professores da rede estadual de ensino, os alunos de escola pública estão a quase 2 meses sem estudar, aí eu só tenho uma pergunta: tudo bem que os salários dos professores não são bons, mas como é que se resolve um problema, criando outro? não tem como repor o tempo que não se esta em sala de aula!deve-se sim reivindicar seus direitos, mas, não deve-se privar os jovens do Pará de adquirirem conhecimento.E sempre houve paralização, mesmo na época do governo tucano.A minha sugestão é, vamos resolver um problema, mas pelo amor de DEUS, não vamos criar outro!!!!!!

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