“O tempo passa, o tempo vôa e a poupança Bamerindos continua numa boa…..”

10 06 2009

Por Acauã Pyatã (CS1P34 / Darwin – CSPP – 1º Semestre).

Começo esse artigo com a parte da letra de um jimgle que muitas pessoas com certeza, em especial aquelas que tem minha idade, 22 anos, devem se recordar. Esse trecho de musica era da propaganda do banco Bamerindos, que hoje já não existe mais. Contudo, o objetivo deste artigo não é discutir sobre o extinto banco Bamerindos, e sim chamar a atenção de vocês, jovens aspirantes a publicitários e meus colegas, para o poder que a musica em si, a sonorização causa dentro da propaganda.

É um fato cientificamente por estudos em várias partes do mundo, que a musica tem um efeito de mentalização direta e indireta, podendo chegar até mesmo a ser subliminar. Um grande exemplo disso é quando estamos andando na rua e de repente começamos a cantar uma musica, e paramos nos instigando de forma curiosa: “afinal de contas onde foi que eu ouvi isso”, ou quando ouvimos uma musica e dizemos: “eu já ouvi essa musica em algum lugar mas não me lembro aonde”. Isto de fato ocorre, porque embora não percebamos a mente humana capta através dos sentidos todo tipo de contato e estimulo comunicacional do meio que nos rodeia. As vezes estamos andando na rua, passa aquele carro som tocando uma musica, e embora não estejamos prestando atenção na musica, por estar com atenção desviada a algo, nossa mente capta e guarda, e é exatamente isto que ocorre com a propaganda.

Crianças principalmente tem a capacidade de assimilação e aprendizagem superior a de adultos já formados, podendo mentalizar coisas de forma mais fácil, como é o caso das nostálgicas propagandas do guaraná Antártica, do “pirocoptero”, ou até mesmo no caso do jimgle da propaganda do banco Bamerindos, que embora já tenha declarado falência a mais de 10 anos eu calculo, ainda continua vivo na memória, ao contrario de outras propagandas que estão mais apagadas justamente por não terem tido essa sonorização, como é o caso de uma que foi muito massificada, mas que poucos lembram, alias… você lembra do: “Formosa… sem grito”?

Então devemos refletir de forma clara acerca de todos os recursos criativos e artísticos que podem ser utilizado na propaganda para consagrar, popularizar e principalmente, eternizar marcas. Eu tive a “luz” de escrever este artigo enquanto estava passando uma chuva em um toldo de padaria vendo TV, e então vi um reclame, o do medicamento Eparema, que troce uma sonorização musical muito boa e que com certeza irá marcar bastante a propaganda desta geração e das mais novas, e nisso eu aposto. A musica e sonorização na propaganda tem o poder de prender a atenção ou simplesmente estragar tudo, isto é fato, e antes que alguns apocalípticos da propaganda digam que isto é reinventar a roda, eu digo que isto é criar e não copiar, pois recursos consagrados como este realmente se renovam a cada dia, a cada nova propaganda. Abraços!

Ah sim… com vocês o dito comercial do Eparema.

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